Vôlei: após Feminina, Superliga Masculina encerra competição

Rogerio Jovaneli
Rogerio Jovaneli

No mês passado, a Superliga Feminina de Vôlei já havia sido encerrada em virtude da pandemia do novo coronavírus. Agora, é a Masculina que decide pelo fim da competição por conta da COVID-19.

EMS Taubaté Funvic foi o campeão da Superliga Masculina de Vôlei na temporada passada (Foto: Renato Antunes/Maxx Sports Brasil)

Após reunião por videoconferência nesta segunda-feira (20), a Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) e os clubes participantes da Superliga Banco do Brasil masculino de vôlei 2019/2020 definiram em votação apertada (oito votos a favor e cinco contra) pelo fim da temporada.

A votação

Votaram pelo fim da competição os seguintes clubes: EMS Taubaté Funvic (SP), Vôlei Renata (SP), Pacaembu/Ribeirão Preto (SP), Vôlei UM Itapetininga (SP), Sesc RJ, Ponta Grossa Vôlei (PR) e Denk Academy Maringá  Vôlei (PR), além da Comissão de Atletas, representada pelo presidente Raphael Oliveira.

Votaram pela continuidade da Superliga Masculina de Vôlei 2019-2020: Sada Cruzeiro (MG), Sesi-SP, Fiat/Minas (MG), América Vôlei (MG) e Apan Blumenau (SC).

“O cenário no esporte brasileiro é preocupante neste momento de pandemia. Temos que continuar trabalhando juntos no sentido de continuidade da nossa modalidade. O melhor a ser feito agora é encerrar todas as atividades e cuidar da saúde dos nossos atletas e de todos os envolvidos na competição. Ficamos satisfeitos que a maioria tenha pensado desta forma”, declarou o superintendente de competições de quadra da CBV, Renato D’Avila.

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