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Globo reprisa Tetra. Metade dos campeões jogava no país

Rogerio Jovaneli

A Rede Globo reexibe na tarde deste domingo (26) o jogo do Tetra da Seleção em 1994, Brasil x Itália, final da Copa do Mundo disputada nos Estados Unidos.

Há quase 26 anos, Galvão Bueno esgoelava “É tetra” com o então comentarista Pelé na Globo (Imagem: reprodução/TV Globo)

Naquele 17 de julho, o Brasil conquistou o seu quarto título mundial ao derrotar os italianos, nos pênaltis, por 3 a 2, após empate sem gol nos 90 minutos e depois na prorrogação da partida disputada no Estádio Rose Bowl, em Pasadena, sob um calor de 40 graus no verão da Califórnia

Inclusive, isso ajuda a explicar o jogo amarrado, de poucas oportunidades, ainda que emocionante, afinal eram 24 anos sem conquista verde-amarela em Copas.

Mas o que você lembra daquela decisão histórica? Sim, Roberto Baggio chutou o pênalti decisivo por cima da meta defendida pelo nosso goleiro Taffarel.

Só que há uma outra curiosidade: metade daquele grupo de 22 jogadores do técnico Carlos Alberto Parreira atuava em times do Brasil. Algo impensável hoje.

Dos 22 jogadores campeões do mundo em 1994, metade atuava em times brasileiros (Reprodução: Fifa.com)

Dos 11 que começaram jogando a final diante da Itália, apenas três jogavam aqui: Branco, lateral do Fluminense, Mazinho e Zinho, meias do Palmeiras.

Os demais titulares atuavam na Itália (Taffarel, então goleiro do Reggiana; e Aldair, que era zagueiro da Roma), Espanha (Mauro Silva e Bebeto, que atuavam no Deportivo La Coruña, além de Romário, atacante do Barcelona), Alemanha (Jorginho, então lateral-direito do Bayern de Munique; e Dunga, meio-campista do Stuttgart), e França (Marcio Santos, zagueiro do Bordeaux).

Mas naquela decisão entraram na partida, também, Cafu, lateral-direito do São Paulo, bicampeão da Libertadores e do Mundial Interclubes (1992-93) – e que viria a ser pentacampeão em 2002 -, além do ensaboado atacante Viola, do Corinthians, que deu um calor na zaga italiana, nos minutos finais da prorrogação.

Confira, a seguir, o grupo da Seleção do Tetra e seus respectivos clubes na época:

Goleiros

Taffarel – Reggiana (Itália)

Zetti – São Paulo (Brasil)

Gilmar – Flamengo (Brasil)

Zagueiros

Aldair – Roma (Itália)

Marcio Santos – Bordeaux (França)

Ricardo Rocha – Vasco da Gama (Brasil)

Ronaldão – Shimizu (Japão)

Laterais-direitos

Jorginho – Bayern de Munique (Alemanha)

Cafu – São Paulo (Brasil)

Laterais-esquerdos

Branco – Fluminense (Brasil)

Leonardo – São Paulo (Brasil)

Meio-campistas

Mauro Silva – Deportivo La Coruña (Espanha)

Dunga – Stuttgart (Alemanha)

Mazinho – Palmeiras (Brasil)

Zinho – Palmeiras (Brasil)

Raí – PSG (França)

Atacantes

Bebeto – Deportivo La Coruña (Espanha)

Romário – Barcelona (Espanha)

Viola – Corinthians (Brasil)

Müller – São Paulo (Brasil)

Ronaldo – Cruzeiro (Brasil)

Paulo Sérgio – Bayer Leverkusen (Alemanha)

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